sábado, 7 de março de 2026

Crime Macabro: Filha e genro são presos por matar e esquartejar idoso na Grande Curitiba

Uma investigação da Polícia Civil revelou detalhes aterrorizantes sobre o assassinato de Jurandir de Oliveira, de 83 anos. O corpo do idoso, que estava desaparecido desde o dia 23 de fevereiro, foi localizado na manhã desta sexta-feira (06/03) em uma chácara em Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba. A vítima foi encontrada esquartejada e sem a cabeça.

Motivação: Herança e Ganância

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Leandro Vadalá, o crime foi arquitetado pela própria filha adotiva da vítima, Isabela. A motivação seria financeira: ela já se apropriava da aposentadoria do pai, mas desejava obter a propriedade definitiva da casa onde a família residia.

Para executar o plano, Isabela teria dado a ordem ao marido, Ruan, que confessou ser o autor direto do homicídio e da mutilação do sogro.

Detalhes Perturbadores da Execução

O crime ocorreu nos fundos da residência da família. Para evitar que os vizinhos suspeitassem ou ouvissem gritos, os autores utilizaram música em volume alto durante toda a ação.

Após o assassinato, os criminosos tentaram um método brutal para ocultar as provas: esquartejaram o corpo e tentaram alimentar o pitbull da família com os restos mortais do idoso. No entanto, segundo o depoimento colhido pela polícia, o animal se recusou a comer e chegou a vomitar as partes oferecidas. Diante do insucesso, o corpo foi enterrado em uma cova em Campo Magro, com a cabeça e os membros separados.

Prisões e Confissão

A polícia chegou aos suspeitos após intensas buscas iniciadas no final de fevereiro. Durante a operação realizada nesta sexta-feira:

  • Ruan (o genro): Confessou o crime detalhadamente e indicou o local exato onde o corpo estava enterrado.

  • Isabela (a filha): Foi presa em Curitiba logo após a confissão do marido.

  • Terceiro envolvido: Um conhecido do casal também foi detido; ele estava em posse do celular da vítima e é suspeito de ter auxiliado na logística do crime.

“Ele confessou o crime, mostrou o local em que teria escondido o corpo após ter mutilado, ter separado a cabeça e os membros. Conseguimos localizar o corpo, que já foi encaminhado para o IML”, afirmou o delegado Vadalá.

Os detidos permanecem à disposição da Justiça e devem responder por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e vilipêndio.

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