20 de janeiro de 2021

Primeiros Mamboreenses Imunizados pela CoronaVac são médico e enfermeira

Na manhã desta quarta-feira dia 20 de janeiro de 2021, a Secretaria Municipal de Saúde de Mamborê, deu início as aplicações das primeiras doses da CoronaVac. Os primeiros Mamboreense a serem imunizados foram, o médico clínico geral da Secretaria de Saúde, Dr Lucas e a enfermeira Neli Vidal. 

O Dr. Lucas tem 28 anos de idade e presta serviços a Secretaria, desde o ano de 2018, sendo que desde o início da pandemia o mesmo faz parte da equipe de linha de frente ao enfrentamento ao Covid-19.



A enfermeira Neli Vidal foi a primeira paciente de Mamborê que testou positivo no dia 05 de maio de 2020, a mesma trabalha na Secretaria a oito anos, tem 42 anos de idade e sempre está atuando no atendimento de pacientes na urgência e emergência, desde que se iniciou a pandemia é uma das profissionais da linha de frente ao enfrentamento. 



Na sequência demais profissionais da saúde do Hospital Municipal também foram imunizadas pela CoronaVac.



O município de Mamborê recebeu 119 doses da CoronaVac. Nesta primeira etapa, seguindo o Plano de Vacinação Estadual, devem ser imunizados profissionais de saúde que atuam no Hospital Municipal, além dos idosos que moram na Casa Asilar.  A princípio as imunizantes são apenas da CoronaVac. Os da Oxford, ainda não foram disponibilizados.  Ao todo, são dez linhas prioritárias à vacinação. 



Conforme determina o Programa Nacional de Imunização os profissionais de saúde compõem o grupo prioritário. A disponibilidade dos imunizantes deve orientar a precedência na ordem da oferta das vacinas. Os profissionais mais expostos ao risco de contaminação, inquestionavelmente, são aqueles que exercem suas atividades em contato direto com os pacientes.

 


Ressaltamos a extrema importância de priorizar a vacinação dos profissionais especializados, capacitados, treinados e qualificados na assistência de tratamento intensivo. Este capital humano é escasso e qualquer afastamento sobrecarrega muito os remanescentes. Estas ocorrências fazem com que a equipe tenha que frequentemente realizar longas jornadas de trabalho. Esta estratégia mantida, de forma contínua, implica em riscos para a segurança dos pacientes e risco de exaustão e doenças ocupacionais para a equipe assistencial.

 


As vacinas têm o potencial de evitar a COVID-19 grave, evitando internamentos hospitalares, necessidade de oxigenioterapia, admissões em unidades de terapia intensiva e óbito e assim, controlarmos a pior crise sanitária dos últimos cem anos. 

 


Hoje, os brasileiros representam 10% dos óbitos por COVID-19 no mundo. Sendo preciso mudar esta triste realidade.  A caminhada de controle da pandemia ainda será longa. Por isso, precisamos manter, mesmo com o início da vacinação, o uso correto de máscara, distanciamento físico e higienização frequente das mãos.










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