domingo, 21 de junho de 2026

Vereador de Laranjeiras do Sul é preso em flagrante por colidir contra carro de ex-esposa

Uma ocorrência de extrema gravidade chocou o município de Laranjeiras do Sul na noite de sábado (20 de junho de 2026). Um vereador da cidade foi preso em flagrante pela Polícia Civil após, segundo investigações, colidir intencionalmente seu veículo contra o carro em que estavam sua ex-esposa e o filho do casal, de apenas 7 anos de idade.

O Crime e a Ação Deliberada

De acordo com o relato da vítima à Delegacia de Polícia, o ex-marido — contra quem ela mantinha uma medida protetiva de urgência em vigor — teria interceptado o automóvel onde ela trafegava. Em um ato de violência deliberada, o homem colidiu seu carro contra o veículo da vítima.

Não satisfeito com a colisão, o agressor teria acelerado o próprio veículo, arrastando o carro da ex-esposa por alguns metros antes de empreender fuga do local. Apesar do susto e dos danos materiais, a vítima e a criança, felizmente, não sofreram ferimentos fatais durante o ataque.

Prisão e Investigações

Logo após a denúncia, equipes do Grupo de Diligências Especiais (GDE) iniciaram buscas imediatas na região. Em pouco tempo, os agentes conseguiram localizar tanto o veículo utilizado na ação criminosa quanto o parlamentar.

Diante da materialidade dos fatos e da clara violação da ordem judicial, os policiais deram voz de prisão ao suspeito pelos crimes de dano qualificado e descumprimento de medida protetiva de urgência.

  • Apreensão: O carro do suspeito foi recolhido pela polícia e deverá passar por perícia técnica para a verificação dos danos e para fundamentar o inquérito policial.

  • Encaminhamento: Após a lavratura do auto de prisão em flagrante, o homem foi conduzido à Cadeia Pública de Laranjeiras do Sul, onde permanece encarcerado e à disposição do Poder Judiciário.

Histórico de Reincidência

A Polícia Civil enfatizou que este não é o primeiro registro de violência envolvendo o investigado neste ano. O homem já havia sido detido anteriormente, em uma ocasião anterior em 2026, pelo mesmo crime de descumprimento de medida protetiva. A reincidência levanta preocupações sobre a segurança da vítima e o descaso com as ordens judiciais estabelecidas anteriormente para protegê-la.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que trabalha para concluir o inquérito e submetê-lo ao Ministério Público.

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