Detalhes Macabros e Cronologia do Crime As investigações trouxeram à tona detalhes perturbadores sobre a dinâmica do crime. O homicídio ocorreu na véspera de Ano Novo, dia 31 de dezembro, por volta das 23h, na residência da própria vítima, localizada na Rua Benvenuto Gazzi.
Segundo a polícia, Fernando foi morto por espancamento após uma discussão motivada pelo consumo excessivo de álcool e drogas. O que mais choca é a frieza dos envolvidos: após a morte, o autor e outras pessoas continuaram utilizando a casa normalmente, convivendo com o corpo no mesmo ambiente. Somente na madrugada do dia 02 de janeiro, devido ao início da putrefação e ao forte mau cheiro, o grupo decidiu esconder o cadáver no sofá e descartá-lo na via pública.
Ligação com o Crime Organizado O suspeito foi detido por volta das 23h desta terça-feira (06). Embora tenha negado a autoria do assassinato — apesar das provas contundentes reunidas pela investigação —, ele confessou durante o interrogatório ser membro ativo da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
Diante da confissão, e por se tratar de um crime permanente, C.L.C. recebeu voz de prisão em flagrante por integração de organização criminosa e foi encaminhado à cadeia pública de Umuarama, onde permanece à disposição da Justiça.
Mais Envolvidos A Polícia Civil afirmou que pelo menos outras quatro pessoas participaram da morte, da ocultação e da desova do cadáver. Todos os suspeitos já foram identificados, e as equipes trabalham agora para efetuar as prisões.
Perfil dos Envolvidos Tanto o autor quanto a vítima eram naturais de São Paulo (SP), mas residiam em Umuarama. O acusado preso não possuía passagens policiais anteriores no estado do Paraná. Já a vítima, Fernando Ribeiro da Silva, tinha registros policiais por violência doméstica, incluindo ameaças e lesões corporais.
Fonte: Umuarama News / Vinicius Azevedo


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