O Crime e a Reação da Vítima O crime ocorreu na manhã do dia 14 de junho de 2025, em uma residência localizada na Rua Costa e Silva, em Campina da Lagoa. De acordo com os autos do processo, Joel teve uma discussão com o filho de Amilton de Lima, deixou o imóvel e retornou pouco tempo depois munido de uma faca.
Ao tentar intervir no conflito para apaziguar a situação, Amilton acabou sendo atacado pelo agressor e sofreu golpes de faca na mão e no pescoço. Apesar da gravidade dos ferimentos, a vítima sobreviveu ao ataque.
Teses do Julgamento e Qualificadoras Durante a sessão do júri, o Ministério Público do Paraná (MPPR) sustentou que o acusado agiu com clara intenção de matar. Os jurados acolheram a acusação e reconheceram duas qualificadoras no crime:
Motivo fútil: decorrente de discussão prévia de menor importância;
Uso de recurso que dificultou a defesa da vítima: pela surpresa da abordagem armada após o réu ter retornado ao local.
A defesa do réu tentou a desclassificação da conduta para o crime de lesão corporal, alegando que não havia a intenção de tirar a vida da vítima. No entanto, a tese defensiva foi rejeitada pelo Conselho de Sentença.
Joel Justino havia sido preso em flagrante no dia do ataque e teve a custódia convertida em prisão preventiva, permanecendo detido ao longo de toda a instrução processual. Com a decisão do Júri, ele permanece preso para o início do cumprimento da pena.

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