terça-feira, 1 de setembro de 2026

Educação em Mamborê restringe uso de celulares por profissionais durante supervisão de alunos

A Secretaria Municipal de Educação de Mamborê publicou, nesta terça-feira (1º), uma nota oficial estabelecendo diretrizes rigorosas sobre o uso de aparelhos celulares por profissionais da rede de ensino. O documento tem caráter preventivo e foca em garantir a atenção integral e a segurança dos estudantes durante o horário escolar.

Novas Regras para Profissionais da Educação

  • Atenção Exclusiva: Os celulares devem permanecer guardados ou no modo silencioso durante todo o período de atendimento direto e supervisão dos alunos, englobando atividades em sala de aula, pátio, recreação, alimentação, deslocamentos e atividades externas.

  • Horários Permitidos: O uso dos aparelhos para assuntos pessoais passa a ser restrito exclusivamente aos horários de intervalo e em locais apropriados.

  • Equipamentos Oficiais: Fica proibida a utilização de celulares particulares para fins pedagógicos ou administrativos. O preenchimento de documentos oficiais, como diários de classe e listas de frequência, deve ser feito unicamente nos tablets institucionais fornecidos pela prefeitura.

  • Urgências: Situações pessoais emergenciais que exijam o uso do telefone durante o expediente devem ser comunicadas previamente à equipe gestora da respectiva unidade escolar.

Segurança e Sanções Disciplinares

Assinada pela secretária de Educação, Lourdinha Daboit Brunetta, a nota reforça que a distração com dispositivos móveis é incompatível com a vigilância exigida no ambiente escolar. A secretaria alerta que as interações particulares durante a supervisão podem comprometer a atenção e colocar em risco a integridade física das crianças e adolescentes.

Os profissionais que descumprirem as orientações estarão sujeitos a sanções disciplinares, conforme previsto no Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Mamborê, sendo garantidos os princípios do contraditório e da ampla defesa. A Secretaria reforça que a responsabilidade pela integridade dos alunos é coletiva e exige zelo ético para manter as escolas como ambientes seguros e focados no desenvolvimento educacional.

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