18 janeiro 2018

Home é preso acusado de estuprar a própria filha de 2 anos em Campo Mourão


Um homem de 30 anos foi preso na madrugada desta quinta-feira (18) pela Polícia Militar de Campo Mourão no distrito de Água Fria, próximo ao Termas de Jurema, no município de Iretama, acusado de estuprar a própria filha, uma criança de apenas 2 anos de idade. Ele é morador do jardim Cidade Nova, em Campo Mourão. 
O Ministério Público (MP) da Comarca havia expedido um mandado de prisão contra o indivíduo após a realização de exames que comprovaram a prática.  De acordo com o sargento José Aparecido da Silva, comandante da Rotam, que coordenou a operação, a polícia descobriu o paradeiro do acusado após uma ligação anônima, informando que o homem iria deixar a cidade. Quando os policiais chegaram ao local, ele estava com uma mochila com roupas e pertences. 

A mãe do acusado tentou lubridiar a equipe, repassando um nome falso do filho. No momento da prisão, o homem negou a acusação. Porém, uma médica de uma unidade básica de saúde, havia constatado através de exames que a criança estava infectada com os vírus HPV e condiloma, mesmas doenças contraídas pelos pais. A profissional então começou a monitorar o caso e repassou a situação para outro familiar da vítima. “É difícil você acreditar que o ser humano tem capacidade de fazer isso com uma criança, ainda mais sendo sua própria filha.

É um crime revoltante”, afirmou o sargento. Segundo Silva, familiares por parte da mãe da criança informaram que durante uma festa familiar no último fim de semana perceberam que quando o pai se aproximava da garotinha ela entrava em desespero e só se acalmava quando o homem se afastava. “Isso causou mais desconfiança ainda dos familiares que começaram a monitorar e levaram a fundo a investigação”, informou. 

Diante dos fatos, o acusado foi preso e encaminhado à 16ª Subdivisão Policial (SDP) de Campo Mourão. “De inicio ele disse que não sabia, que tinha consciência tranquila e não tinha feito nada. Mas todos que comentem este tipo de crime nega porque as consequências são sérias, tanto pela nossa Justiça como pela “justiça” dos próprios presos. Todos sabem o que acontece com a pessoa que comete este tipo de crime”, frisou o policial. 



FONTE: Tribuna do Interior / FOTOS: Programa Ricardo Borges

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